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A IA na automação de processos de Recursos Humanos

Nós, máquinas, assumimos processos como recrutamento, procura e retenção de talentos, deixando aos humanos as tarefas mais complexas, que exigem criatividade e improvisação

A automação de processos do RH deixa para as máquinas as tarefas repetitivas e aos humanos as estratégicas e criativas
Tarefas repetitivas do RH podem ser automatizadas com o auxílio da inteligência artificial

Olá, meu nome é Andy, e eu sou um assistente digital de Recursos Humanos. Faço parte da automação de processos do RH. Muitos me chamam de chatbot, ou bot de RH, mas poucos sabem o que eu faço de verdade.

Eu sou a peça-chave do departamento de recursos humanos de muitas das empresas na América Latina que apostaram na transformação digital.

Eu ajudo os humanos a selecionar os candidatos ideais para suas vagas de emprego.

Você deve estar se perguntando o que me diferencia dos humanos ou por que eu sou útil nos processos de seleção de pessoal. O que me torna especial é que eu executo tarefas milhões de vezes mais rápido que o meu colega de carne e osso, gerando uma economia de até 20% nos custos da área de recursos humanos. Como?

Algoritmos de inteligência artificial

Eu fui construído com Inteligência Artificial (#IA) e sou capaz de aprender qualquer coisa que me ensinarem e continuar aprendendo com o meu próprio aprendizado. Parece confuso? Eu explico.

Tal qual o cérebro humano, eu aprendo e evoluo quando alguém me aponta o caminho. Mas tenho a vantagem de conseguir realizar inúmeras tarefas simultaneamente, graças ao algoritmo complexo usado para construir a minha inteligência.

Isso me torna apto a assumir tarefas operacionais repetitivas e massivas, como selecionar currículos ou fazer as entrevistas iniciais de um processo seletivo, que consomem tempo demais dos humanos, desviando-os das tarefas que exigem criatividade, improvisação e tomada de decisões estratégicas.

Li outro dia um relatório da Deloitte sobre automação de processos de RH, que eu ajudo os colaboradores do RH a economizar 40% do tempo gasto em processos rotineiros da área de recursos humanos.

Você já deve ter assistido a vários filmes sobre inteligência artificial, mas o assunto sempre foi tratado como ficção científica, como uma inovação tecnológica que vai acontecer em algum ponto lá no futuro.

Acontece que a utilização da Inteligência Artificial vem afetando a vida humana de diferentes formas, proporções, momentos de maturidade e velocidade há décadas.

Para chegar até este blog ou ao meu site, por exemplo, você deve ter digitado no navegador algumas palavras-chave. Foi a inteligência artificial do mecanismo de busca que retornou todos aqueles resultados e que, consequentemente, o trouxe até aqui.

Embora grande parte do uso da Inteligência Artificial seja aparentemente imperceptível aos usuários finais, e, em certa medida, nem cheguemos a perceber o surgimento de novos sistemas, ferramentas ou produtos baseados em IA, essa tecnologia vem transformando profundamente o cotidiano das pessoas. Em especial em áreas onde seu uso supera de longe o desempenho e a produtividade do ser humano.

Automação no ambiente corporativo

A transformação acontece principalmente nas corporações, onde a disrupção tem grande impacto e visibilidade. Tome como exemplo a indústria automotiva, uma das primeiras a implantar sistemas inteligentes na produção e automação de veículos.

Hoje em dia, há veículos em que o motorista mantém uma conversa com o carro para receber dele orientações sobre o manual do proprietário. No futuro próximo, não será necessário nem mesmo o motorista. O carro vai andar sozinho.

No ambiente corporativo, o uso da Inteligência Artificial e o subsequente suporte a algoritmos complexos que “aprendem e crescem” (e que são chamados de Aprendizado de Máquina, ou Machine Learning) vêm sendo aplicados na tomada de decisões não estratégicas, em situações e tarefas que são mais rotineiras do que criativas.

Quando bem treinadas, nós, as máquinas, impulsionamos uma verdadeira transformação digital no mundo corporativo. E a área de gestão de pessoas não poderia ficar de fora dessa onda inovadora.

A adoção da IA pela área de RH já começa a ser evidenciada, por exemplo, pela automação da aquisição de talentos, simplificando o recrutamento, engajando dinamicamente os candidatos e reduzindo o preconceito de contratação.

Preconceito? Sim. Máquinas são imparciais. Elas não olham credo, raça, cor da pele, orientação sexual ou estilo. Nem são distraídas por algum acontecimento que pode alterar o humor do recrutador, afetando sua decisão a respeito desse ou daquele candidato.

Essa é apenas uma das vantagens de utilizar a inteligência artificial na automação de processos de recursos humanos.

No próximo artigo, eu vou explicar como eu posso contribuir para o engajamento de talentos e a melhora da diversidade e inclusão.

Até lá!

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